Doenças vasculares ainda são principal causa de morte e incapacidade em Portugal

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No âmbito do Dia Mundial do Coração, que se assinala a 29 de setembro, o Núcleo de Estudos de Risco e Prevenção Cardiovascular da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) recorda que a doença cardiovascular continua a ser a principal causa de morbilidade e mortalidade em Portugal

Em 2013, em Portugal, apesar da tendência progressiva decrescente (pela primeira vez, um valor inferior a 30%), as doenças do aparelho circulatório foram responsáveis por uma taxa de mortalidade padronizada de 144,7 por 100.000 habitantes. O número de óbitos por doença vascular cerebral foi de 11.751, correspondente a uma taxa de mortalidade de 54,6 por 100 mil habitantes. A doença cardíaca isquémica, por sua vez, foi causa de 6.526 óbitos.
Pedro Marques da Silva, coordenador do Núcleo de Estudos de Risco e Prevenção Cardiovascular, considera que “a Medicina Interna, pela sua responsabilidade no sistema de saúde português, pelo carácter holístico do seu saber médico e pela sua maior dedicação à prevenção da doença e a melhoria da qualidade de vida, tem, neste contexto, uma dupla aptidão: em primeiro lugar a de racionalizar o conhecimento, depois, a de implementar os esquemas de prevenção e tratamento que, em fases diversas e em momentos complementares, são tão indispensáveis”.
Neste contexto, para assinalar o Dia Mundial do Coração que, este ano tem como lema “Power Your Life”, proposto pela World Heart Federation, Pedro Marques da Silva vem reforçar a vontade da SPMI em “embarcar” num projeto comum com outras Sociedades congéneres no sentido de “tornar real” a verdadeira prevenção cardiovascular já que, “a realidade epidemiológica da sociedade portuguesa assim o exige», conclui o especialista.

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