14.º Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global realiza-se em fevereiro, no Algarve

Sob a organização da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), o 14.º Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global (RCVG) volta a reunir especialistas de saúde, nacionais e internacionais, de 6 a 9 de fevereiro, no Hotel Tivoli Marina Vilamoura, no Algarve.

“A hipertensão arterial é o maior fator de risco para morte cardiovascular não só em Portugal como no resto do mundo, mas também um dos maiores fatores modificáveis de mortalidade cardiovascular”, relembra Vítor Paixão Dias, presidente da SPH. A 14.ª edição deste congresso permitirá “reunir especialistas nacionais e internacionais – um número recorde em 2020 -, que partilharão a sua experiência científica em busca de alargar os mais recentes avanços sobre o tema da hipertensão e do risco vascular”.

Segundo Luís Bronze, presidente da comissão organizadora, os desafios encontrados por esta comissão “são a manutenção do sucesso dos congressos anteriores e a criação de um programa inovador, aberto às múltiplas especialidades que se interessam pela hipertensão e pelo risco vascular. Deste modo, mantém-se a organização dividida entre cursos de formação, conferências, mesas-redondas e simpósios com sociedades irmãs da SPH, especialmente do Brasil, dos Países Lusófonos e da Hungria, bem como sessões com a Sociedade Europeia de Hipertensão (SEH) e com as sociedades científicas portuguesas direta ou indiretamente dedicadas à doença cardiovascular”. Estão previstas temáticas como a “etnicidade, doença renal e a insuficiência cardíaca, no contexto de doença hipertensiva, a hipertensão arterial na gravidez, na criança e no adolescente, bem como aspetos menos conhecidos da relação entre a doença oncológica e a hipertensão arterial. Áreas do risco cardiovascular como a diabetes mellitus e a dislipidemia, ambas com novas recomendações, serão alvo de destaque, assim como a fibrilhação auricular”.

De salientar que em 2020, “os internos que sejam primeiros autores de trabalhos aceites para apresentação terão o alojamento suportado pela organização, durante a totalidade do evento”, frisa o presidente da comissão organizadora.

Nos quatro dias é esperada a participação de mais de 500 especialistas das diversas áreas que diariamente lidam com a hipertensão e o RCVG como a Medicina Geral e Familiar (MGF), Medicina Interna, Nefrologia, Cardiologia e Endocrinologia. De destacar a sessão conjunta com sociedades científicas, no dia 7, às 10h30, onde se abordará o papel das sociedades científicas na Medicina do futuro, bem como a sessão SPH/ESH (European Society of Hypertension), no dia 8, às 9h00, moderada por Vítor Paixão Dias e Jorge Polónia, subordinada ao tema “The Cardiorenal Continuum” e mais tarde, no mesmo dia, o Simpósio Luso-Húngaro. A conferência de encerramento é dedicada ao tema “Medicina personalizada e o risco cardiovascular – Conflito ou complementaridade“ no dia 9 de fevereiro.

O programa provisório pode ser consultado AQUI

 


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