O Direito à Saúde e a Responsabilidade Individual

No âmbito do Dia Mundial da Saúde – que se assinalou no dia 7 de abril – partilhamos um artigo de opinião da autoria de Pedro Gouveia, Head of Operations Consumer Healthcare, Sanofi Portugal, que aborda o direito à saúde e a responsabilidade individual.

“Saúde para Todos”, é uma mensagem que como cidadão me inspira e está diariamente no centro das minhas decisões e comportamentos para uma vida mais saudável, produtiva e feliz, a começar pelo autocuidado.

No dia em que celebramos o Dia Mundial da Saúde é bom recordar que todos os cidadãos têm direito à proteção da saúde, um direito que está patente na nossa constituição através da criação de um Serviço Nacional de Saúde, que presta cuidados de forma universal, geral e tendencialmente gratuita.

Adicionalmente, existe também o dever de promover a saúde e de adotar formas de prevenção da doença, através da educação, da literacia em saúde e da adoção de estilos de vida e de medidas simples e práticas para uma vida saudável (alimentação equilibrada, atividade física e evitar a exposição a riscos desnecessários).

E, é neste último ponto que entra o autocuidado e a responsabilidade individual de cada um de nós enquanto cidadãos. De que forma é que cada um pode contribuir para manter e melhorar a sua saúde?

Acredito que, em grande parte, a saúde está nas nossas mãos e que cada um de nós tem um papel ativo na prevenção e em cuidar de si, para alcançar uma melhor saúde para si próprio, bem como para as comunidades mais vulneráveis e o planeta.

Todos os anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca os desafios que persistem mas, o mais importante são os resultados de saúde bem-sucedidos que já conquistámos. O tema deste ano – Saúde para Todos – destaca como a OMS tem vindo a definir políticas e a recomendar a adoção de medidas para melhorar a qualidade de vida ao longo dos anos e de como, coletivamente, todos podemos enfrentar os desafios de saúde do futuro.

Atualmente, existem dimensões ao nível da saúde mental, emocional, física e social em que continuam a existir necessidade básicas, sendo relevante o papel que cada individuo pode desempenhar na prevenção, controlo e tratamento da doença.

Podemos cuidar da nossa saúde de forma eficiente e sustentável – “autocuidado” em áreas tão simples como a nossa saúde oral, fazermos atividade física regular, seja no ginásio ou numa caminhada com amigos e família ao final do dia, comermos de forma equilibrada e dormirmos bem. O autocuidado é a primeira linha de fronteira para a nossa saúde, onde cada um de nós é o seu próprio cuidador.

Felizmente, no nosso país, temos uma rede de cuidados primários e de acesso a cuidados de saúde inigualável, a qual está acessível a todos os Portugueses.

Dentro desta rede, gostaria de destacar a rede de farmácias, pela sua acessibilidade, pelo papel que tem na literacia em saúde e pela sua proximidade com o cidadão. A farmácia é a primeira porta a que qualquer um de nós recorre para, através de um profissional de saúde, obter aconselhamento credível e personalizado para a tomada de decisão informada e dos próximos passos em resposta às suas necessidades de saúde. As farmácias são espaços de saúde e bem-estar que visam proporcionar aos cidadãos um acesso rápido a soluções de saúde e bem-estar, contribuindo simultaneamente para a sustentabilidade do SNS e uma melhor gestão dos recursos em saúde, evitando idas desnecessárias aos centros de saúde e o congestionamento das urgências e libertando os mesmos para situações verdadeiramente graves.

Por essa razão, neste Dia Mundial da Saúde, quero reconhecer todas as entidades e profissionais de saúde que trabalham incansavelmente com o compromisso de fornecer melhor autocuidado e de empoderar o cidadão para que a saúde continue a ser acessível para todos e o nosso seja o maior Bem.

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