Inovação da GSK contribuiu para mudança do paradigma no tratamento dos doentes respiratórios nos últimos 50 anos

A GSK – GlaxoSmithKline, em conjunto com a Embaixada Britânica em Lisboa, promoveu no dia 22 de maio a conferência “GSK – 50 anos a Respirar Inovação”, um evento onde se celebrou e fez um balanço das cinco décadas que a companhia já dedicou à inovação no tratamento das doenças respiratórias. A conclusão foi unânime: nestes 50 anos, a GSK contribuiu decisivamente para mudar o paradigma da gestão das doenças respiratórias.

Silvia Guichardo, Diretora-Geral da GSK em Portugal, e David Allen, SVP Medicine Design – Medicine Science & Technology da GSK sublinharam este facto nas suas intervenções de abertura do evento: estes 50 anos redefiniram o paradigma do tratamento das doenças respiratórias em todo o mundo, mas ainda há um “longo caminho a percorrer”, num sistema de saúde que se quer mais previsível, sustentável e com “o doente no centro”.

São poucas as empresas farmacêuticas que podem dizer que têm uma experiência tão longa e vasta em determinada área. Estes anos dourados enchem-nos de orgulho, mas continuamos com os olhos postos no futuro, para continuar a melhorar a forma como as pessoas vivem com as doenças respiratórias, mantendo a inovação como o nosso principal impulso”, destaca Silvia Guichardo, Diretora-Geral da GSK em Portugal.

O encontro  incluiu um debate sobre “O contributo da inovação na resposta aos principais desafios da área respiratória em Portugal” no qual participou António Morais, Presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), Elisa Pedro, Presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia (SPAIC), José Alves, Presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão, Rui Costa, Presidente do Grupo de Estudos da Doença Respiratória da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (GRESP), Mário Morais de Almeida, Presidente da Associação Portuguesa de Asmáticos (APA), Isabel Saraiva, Vice-Presidente da Associação de Doentes RESPIRA, e Jorge Santos da Silva, Partner da McKinsey & Company e Coordenador do estudo da Apifarma “O Valor do Medicamento”.

Lembro-me muito bem de quando a GSK trouxe para o mercado o seu primeiro tratamento para a asma, que, juntamente com as inovações que se seguiram, mudaram completamente o paradigma da doença. Agora, 50 anos depois, com os medicamentos biológicos que disponibiliza, a GSK está a abrir a porta para mais um novo paradigma, o da medicina de precisão, baseada e dirigida para os mecanismos de cada patologia e de cada doente”, comenta Elisa Pedro.

Neste debate lembrou-se, ainda, que graças à inovação terapêutica a asma deixou de ser uma doença “quase” fatal, para se tornar numa patologia crónica, sendo importante investir no seu controlo, “dado que uma em cada quatro pessoas que vivem com asma em Portugal não têm a sua doença controlada”, como referiu Mário Morais de Almeida.

A Isabel Saraiva sublinhou que é preciso investir no acesso à inovação terapêutica e defendeu a necessidade de melhorar o tempo de acesso aos medicamentos inovadores em Portugal. Afinal, a inovação trouxe dois milhões de anos de vida saudável aos Portugueses, como comprova o estudo “O Valor do Medicamento em Portugal”, referido neste debate.

As doenças respiratórias são um verdadeiro problema de saúde pública mundial. Calcula-se que, em todo o mundo, existam 300 milhões de pessoas a sofrer de Asma, 210 milhões de pessoas afetadas por Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e 3 milhões com outras patologias respiratórias crónicas[1]. Segundo a Organização Mundial de Saúde, as doenças respiratórias são responsáveis por 3,9 milhões de mortes por ano.

De acordo com o mais recente relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias estas patologias foram causa de 13.474 mortes em 2016[2]. Isto é, morrem cerca de 48 pessoas por dia (duas pessoas por hora) em Portugal devido a doenças respiratórias[2].

Referências:
[1] DGS. Dados do Programa Nacional para as Doenças Respiratórias da Direção Geral da Saúde. 2017
[2] ONDR. 13º Relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias. 2018

 

 


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