Merck lança campanha informativa sobre a Vitamina D

Sob o mote “Super Missão Diária Vitamina D”, a iniciativa chama a atenção para os benefícios da toma diária da vitamina D, e em como ela é importante para o correto crescimento da criança. A campanha foi lançada em maio, nos centros de saúde e hospitais de todo o país.

A suplementação de Vitamina D é recomendada pela comunidade médica pediátrica por todos os benefícios já comprovados. “O primeiro ano de vida é uma janela de elevada sensibilidade para a programação da saúde futura. Cursa com uma elevada velocidade de crescimento, de desenvolvimento e de maturação de todos os órgãos e sistemas, sendo a suplementação com vitamina D uma recomendação universal. O não cumprimento desta recomendação poderá comprometer irreversivelmente a saúde”, sublinha a pediatra Carla Rêgo.

A Vitamina D ajuda a evitar diversos problemas de saúde associados às crianças, como o raquitismo (doença que se caracteriza por uma extrema fragilidade óssea), para além de irregularidades na dentição e alterações de crescimento. A Associação Europeia de Nutrição Pediátrica e a Direção Geral da Saúde recomendam a toma diária de Vitamina D no primeiro ano de vida.

“O primeiro ano de vida é uma janela de elevada sensibilidade para a programação da saúde futura. Cursa com uma elevada velocidade de crescimento, de desenvolvimento e de maturação de todos os órgãos e sistemas, sendo a suplementação com vitamina D uma recomendação universal. O não cumprimento desta recomendação poderá comprometer irreversivelmente a saúde”

No segundo ano de vida são recomendadas doses adicionais, especialmente nos meses de outono e inverno. No entanto, apenas 68.3% das pessoas cumpre a suplementação, conforme revela um estudo sobre Vitamina D, da autoria da médica Carla Rêgo, pediatra no HCUF Porto.

Cerca de 90% da vitamina D que o organismo necessita provém da síntese cutânea por ação dos raios UV. A necessidade da suplementação diária, particularmente nesta fase da vida, prende-se com a impossibilidade de serem atingidas as doses diárias necessárias, em resultado da fraca exposição solar (especialmente nos meses de outono e inverno) dos lactentes e crianças.

Efetivamente, os lactentes até aos 6 meses de vida não devem ser expostos ao sol, desaconselhando-se mesmo a sua ida à praia e as crianças com menos de 3 anos devem evitar a exposição direta ao sol.


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