Várias especialidades médicas e categorias profissionais discutem Medicina Respiratória desde os Cuidados Intensivos ao Domicílio

Decorre, em Aveiro, nos dias 25 e 26 de maio, o I Congresso de Cuidados Respiratórios, “idealizado para ser um ponto de encontro onde todos os profissionais de saúde envolvidos na prestação de cuidados respiratórios possam partilhar ideias e experiências e, em especial, atualizar conhecimentos”, explica João Cravo, presidente da Comissão Organizadora desta reunião da qual o Raio-X se orgulha de ser parceiro de comunicação. 

“Trata-se de uma área que vai desde os cuidados intensivos até ao domicílio, envolvendo diferentes especialidades médicas e categorias profissionais, e que, na nossa opinião, estava ainda pouco explorada nos variados congressos existentes.  Esperamos ainda que a participação de algumas entidades oficiais e de palestrantes de área tecnológicas para debater o futuro dos Cuidados Respiratórios seja um foco de consciencialização para um maior desenvolvimento nesta área”, acrescenta o presidente da Comissão Organizadora da reunião.

O programa científico inclui vários workshops teórico-práticos com interesse para médicos de várias especialidades, nomeadamente a Pneumologia, a Medicina Interna ou a Medicina Intensiva, entre outras, assim como outros profissi0onais de saúde como enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de cardiopneumologia.

Desenhámos um programa que consideramos que aborda sistematicamente os principais tipos de cuidados respiratórios (oxigenoterapia, ventiloterapia não invasiva e invasiva, aerossolterapia, monitorização e equipamentos adjuvantes), enquadrando-os nas principais doenças ou situações clínicas onde são mais úteis ou necessários, tanto na falência respiratória aguda como na crónica. Este tipo de cuidados foi amplamente discutido na recente pandemia COVID-19, mas são também fundamentais em diferentes contextos ou patologias, quer em regime de internamento hospitalar quer no domicílio, em doenças crónicas como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica, patologia neuromusculares ou apneia do sono”, descreve João Cravo, sublinhando a honra de contar com o apoio científico das principais sociedades médicas dedicadas a esta área (Sociedade Portuguesa de Pneumologia, Sociedade Portuguesa de Medicina Interna e Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos e Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos), com quem, aliás, esperamos colaborar mais diretamente no futuro.

E, por falar em futuro, João Cravo garante que está já a ser preparada a edição de 2024, mais focada na área hospitalar. “Não querendo desvendar ainda tudo, iremos começar os primeiros passos da internacionalização do Congresso dos Cuidados Respiratórios. Referimos também a satisfação em ter este evento divulgado pela European Respiratory Society”.

 


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